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Quadra esportiva em Alpinópolis não oferece condições de uso e gera protestos
Boca no Trombone

Quadra esportiva em Alpinópolis não oferece condições de uso e gera protestos

Quadra esportiva perto do Parque de Exposições está abandonadaFoto: Hélder Almeida Um morador de Alpinópolis se diz indignado com o abandono e o péssimo estado de conservação da quadra de esportes construída no mandato do ex-prefeito José Vicente da Silva, o Batatinha, pai do atual administrador do município. O imóvel público está localizado na divisa dos bairros Rosário e Santos Reis, próximo ao parque de exposições da cidade. “Olha, a quadra está com o piso praticamente destruído, a tela de aço em volta está enferrujada, as traves danificadas e cercada de muita vegetação. Ao invés de servir com local de lazer, prática esportiva, virou foi ponto de uso e tráfico de drogas. O atual prefeito prometeu em sua campanha política que iria reformar todas as quadras da cidade, mas depois de quase três anos nem mesmo o serviço de limpeza ele ordenou. Entra prefeito, sai prefeito e nada fazem para o bem-estar das crianças, jovens e adolescentes”, disparou. A PREFEITURA A chefia de gabinete da Prefeitura Municipal esclareceu que “de fato a referida quadra necessita de reforma e já está em busca de meios financeiros para sanar este problema. Infelizmente a situação se estende por alguns anos, mas há o compromisso de antes do término desta gestão resolvermos a situação. Cabe ressaltar que, toda a infraestrutura pública de esportes foi entregue a atual administração em péssimas condições e a principal delas, o poliesportivo municipal, já foi totalmente reformado, assim existe espaço adequado para que as atividades esportivas sejam desenvolvidas”. FONTE: Clic Folha – http://www.clicfolha.com.br/noticia/51589/quadra-abandonada

Claudio Krauss

08 de Novembro de 2015

Ruas sem conservação e iluminação precária em Alpinópolis geram protestos
Boca no Trombone

Ruas sem conservação e iluminação precária em Alpinópolis geram protestos

Moradores do bairro Vila Betânia, um dos mais antigos de Alpinópolis, reclamam do total abandono por parte a atual administração municipal. Eles apontam como principais problemas o péssimo estado de conservação das ruas e iluminação deficiente. “Ano passado vieram aqui e prometeram fazer o recapeamento em todo o bairro e dar mais atenção para a Vila, mas arrumaram apenas uma rua e o resto está como antes, estouraram foguetes, prometeram um monte de coisas e passaram o bico no povo. Por exemplo, a Rua José Veríssimo da Silva é uma das piores. Muitos buracos, principalmente depois das últimas chuvas. A iluminação é muito ruim. Colocaram só um poste no início da rua e o resto está no escuro, sendo que pagamos pela taxa de iluminação pública. Começaram a construir aqui uma escola, mas interromperam a obra. Mesmo sendo antigo, só possui um posto de saúde no bairro onde se localiza o Monte das Oliveira, ponto turístico religioso mais importante da região. Em nome de todos os moradores, deixo de público o descontentamento, bem como o pedido de providências”. PREFEITURA Através da Assessoria de Imprensa, “a Prefeitura Municipal informa que a situação descrita pelo morador não procede e que diversas ações públicas foram e estão sendo desenvolvidas no citado bairro. Há certos procedimentos que não dependem do Poder Público Municipal, por exemplo a liberação de recursos provenientes do governo federal. Outro detalhe é que não se faz em dois anos e nove meses o que não se fez em 70 anos, podendo se garantir que as realizações recentes da Prefeitura são intervenções há anos sonhadas pela comunidade Vila Betânia. Tudo leva a crer que esta reclamação, assim como outras já encaminhadas por esta via, têm somente o caráter político, pois o Poder Público Municipal está presente no bairro e nunca recebeu este tipo de reclamação por parte de qualquer morador”. Fonte: Clic Folha – http://www.clicfolha.com.br/noticia/50289/ruas-sem-conservacao

Claudio Krauss

25 de Setembro de 2015

Moradores de Alpinópolis reclamam do serviço de iluminação pública
Boca no Trombone

Moradores de Alpinópolis reclamam do serviço de iluminação pública

Reprodução de imagem postada por reclamante nas redes sociais comparando (dia/noite) um dos locais que encontra-se sem a devida manutenção A iluminação pública tem estado em falta em alguns locais da cidade de Alpinópolis. Moradores estão insatisfeitos com a situação e cobram medidas da administração pública municipal. Na Constituição Federal, a iluminação pública é de responsabilidade do município e, para isso, permite a cobrança da Contribuição de Iluminação Pública (CIP). Conforme denúncia, os moradores estão pagando pelo serviço e a prefeitura não vem fazendo sua parte, deixando ruas na escuridão sem a devida manutenção. Segundo informações, os serviços foram transferidos para a Prefeitura de Alpinópolis seguindo o cronograma previsto no artigo 218 da Resolução Normativa nº 414/2010 da Aneel e, a partir do mês de março de 2015, a manutenção passou a ser responsabilidade da administração municipal. Para isso, o município de Alpinópolis passou a integrar o Cicanastra (Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico, Meio Ambiente, Atenção à Sanidade dos Produtos Agropecuários e Segurança Alimentar da Serra da Canastra), e o serviço começou a ser executado por uma empresa de Goiás chamada Kelluz Materiais de Iluminação, vencedora da licitação. A parceria entre a empresa e a prefeitura durou pouco tempo, pois há cerca de dois meses os cidadãos não estão recebendo a devida manutenção na iluminação pública incluindo troca de luminárias, lâmpadas, relés e reatores. Um alpinopolense informou que a prefeitura não deu nenhuma satisfação sobre o serviço estar falho. Relatou que ao entrar em contato no Call Center da Kelluz, eles não deram muitas explicações, se resumindo a dizer que o contrato com a Prefeitura de Alpinópolis foi rompido e a empresa não tem mais obrigação de dar manutenção nesta cidade. O morador disse também que quando faz contato telefônico com a prefeitura as informações são ainda mais curtas. Dizem somente que tudo será resolvido em breve e que a população precisa ter um pouco de paciência. “No dia que algum cidadão deixar de pagar a conta de energia, será que a concessionária vai ter paciência ou vai cortar a luz”, questionou o cidadão. Para o morador, a população não sabe bem o que aconteceu, porém disse que uma coisa é certa: “A obrigação de resolver o problema é da Prefeitura de Alpinópolis. Se houve falhas por parte da empresa Kelluz, quem teria que resolver isso era o prefeito, pois isso é uma função sua, e ele foi eleito para isso”. E completou: “O que não pode ocorrer é o cidadão, que paga a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), ficar desamparado por tanto tempo sem nenhuma resposta do poder público municipal. O dever de agir, e agir rápido, é da prefeitura. O povo está cansado de desculpas esfarrapadas e de acabar ‘pagando o pato’ no final”. PREFEITURA O prefeito de Alpinópolis, Júlio César Bueno da Silva (PTB), informou que realmente está faltando manutenção nos serviços referentes à iluminação pública, pois o contrato com a empresa Kelluz foi cancelado devido a atrasos na realização dos serviços determinados e também a qualidade dos trabalhos, que em alguns casos precisavam ser refeitos. Conforme Silva, a situação é provisória. “Após cancelar o contrato com a empresa, a prefeitura assumiu o serviço, sendo que todos os custos que envolvem esta prestação de serviços serão mantidos pela administração pública da cidade”, disse. O prefeito acrescentou que as providências já foram tomadas, o caminhão está na cidade de Contagem-MG para a montagem da escada giratória e outras adaptações necessárias, profissionais já foram treinados para as tarefas e os materiais já estão orçados, “assim que o caminhão ficar pronto, rapidamente compraremos os materiais, e como o pessoal já está preparado para o trabalho, acredito que em cerca de 15 dias o serviço já estará funcionando normalmente”, observou. Júlio disse que a cidade será a primeira do sudoeste mineiro a ter equipe própria cuidando desta área da iluminação pública em geral, “se o projeto for um sucesso, e eu acredito nisto, seremos exemplo para outras prefeituras da região. Com essa medida a prefeitura vai economizar, o dinheiro poupado poderá ser utilizado para outros fins, beneficiando a comunidade”, relatou. O prefeito finalizou mencionando que quando solicitada, a prefeitura tem dado retorno aos moradores de Alpinópolis em relação ao caso e explicado a atual situação do serviço. Fonte: Jornal Folha da Manhã – Edição 9457 (Pág. 04 – Seção: GERAL)

Claudio Krauss

22 de Setembro de 2015

Motoristas da Prefeitura de Alpinópolis reclamam do não pagamento de diárias
Boca no Trombone

Motoristas da Prefeitura de Alpinópolis reclamam do não pagamento de diárias

Um motorista da prefeitura de Alpinópolis, em nome de outras pessoas que ocupam a mesma função, reclama do descumprimento por parte da atual administração municipal de um acordo firmado com todos que trabalham na área da saúde. “Nós já ganhamos um salário baixo e, por direito, devemos receber uma ajuda de custo quando nos deslocamos para outros municípios. São diárias previstas em um decreto publicado pelo próprio prefeito que não vem sendo cumprido como deveria e tem deixado muitos de nós na mão. Nós não estamos recebendo as diárias, o que vem prejudicando bastante nossas vidas, porque o que temos para receber está se acumulando e nós precisamos do dinheiro. A prefeitura paga o tanto que quer e vai acumulando. A média que a turma tem pra receber aqui gira em torno de R$ 7 mil pra cada um. Isto vem ocorrendo desde o final de 2014, quando aconteceu o sumiço de um dinheiro dentro do Departamento de Transportes e isso deixou os chefes nervosos e acabaram por descontar em nós. Disseram que os pagamentos iam ficar cortados até aparecer o dinheiro mas, mesmo depois que apareceu,  continuaram prejudicando os motoristas. Quando a gente pressiona eles falam pra gente procurar os direitos na justiça. Pior é que não podemos falar nada porque há muita perseguição aqui na prefeitura”, relatou. A PREFEITURA O gabinete da prefeitura esclareceu que “se trata de informações inverídicas e maldosas, já que esta administração editou decreto em 2013 que regulamenta o pagamento das diárias a servidores que se deslocam a serviço por período superior a seis horas. Nestes casos são repassados valores considerando alimentação e pernoite, para o servidor que deve prestar contas dos gastos nos moldes legais. Assim, todos os servidores, indistintamente, têm suas despesas ressarcidas desde que ocorra em período superior a seis horas. No mais, as alegações são temerárias e absurdas, sendo desprezível qualquer réplica”. Fonte: Folha da Manhã – Edição Número 9.450 (Seção Livre, pág. 06)

Claudio Krauss

13 de Setembro de 2015

Obra da escola da Prata está paralisada
Boca no Trombone

Obra da escola da Prata está paralisada

Moradores da Comunidade Rural da Prata, em Alpinópolis, cobram da atual administração Municipal, explicações sobre a paralisação da obra de construção de uma escola municipal. Um deles afirma que há tempos não aparecem pedreiros e serventes para dar continuidade à edificação. “Nem o pessoal da prefeitura veio dar satisfação. Parou tudo e ficou por isso mesmo, como se fosse a coisa mais normal. Engraçado é que quando foi começar a obra, fizeram um barulho enorme, soltaram foguete, falaram exaustivamente na Câmara de Vereadores, publicaram em jornal entre outras ações que fizeram. E agora que paralisou tudo é um silêncio só. Ninguém fala nada e a obra está com a aparência de total abandono. Temos consciência que vieram recursos do governo federal, em torno de R$ 180 mil, para financiar a construção e havia prazo para término, no início deste mês. Então, a pergunta que temos a fazer é a seguinte: senhor prefeito, cadê o dinheiro? Nós achamos que temos direito de saber, porque o dinheiro sai do nosso bolso, é do povo. Se aconteceu algum problema, também temos o direito de saber, mas o pessoal da prefeitura prefere fazer silêncio do que dar satisfação. Será que faltou planejamento para que a obra começasse e parasse? Será que existem problemas técnicos na liberação dos recursos ou será que a verba foi usada para outra coisa, ou melhor, desviada para outros fins?, questionou o reclamante. SEM RESPOSTA A reclamação foi encaminhada, via e-mail, à chefia de gabinete do prefeito alpinopolense, porém, até o fechamento desta edição, não houve manifestação sobre o assunto. Fonte: Clic Folha (http://www.clicfolha.com.br/noticia/48149/obra-paralisada)

Claudio Krauss

18 de Julho de 2015

Protestos da população sobre a poluição da Gruta se intensificam
Boca no Trombone

Protestos da população sobre a poluição da Gruta se intensificam

Continuam insistentes as reclamações e protestos (principalmente através das redes sociais) da população de Alpinópolis em relação à situação caótica da Gruta. As queixas são, em sua maioria, originadas de membros da comunidade católica que lamentam o descaso com este local, que tem forte apelo religioso, e onde está sendo despejada parte do esgoto bruto da zona urbana do município. Outros reclamantes frequentes são os defensores do meio-ambiente que, inconformados, pedem providências relativas à cachoeira e aos corpos d’água onde são lançados os dejetos. “Estivemos em um dos lugares mais belo de nossa cidade, onde era o principal ponto turístico de nossa querida Alpinópolis (Ventania) e, por infelicidade, encontramos a cachoeira da Gruta em estado crítico, de total abandono, num mau cheiro insuportável e jorrando esgoto. Vamos mostrar para todos a triste realidade da nossa querida Gruta, onde todos os anos era local de comemoração do Dia de Nossa Senhora Aparecida. Vamos cobrar de nossas autoridades alguma providencia! Cadê o tratamento deste esgoto, que não acaba nunca? Quem pode nos ajudar ou nos dar uma resposta convincente? A Gruta pede socorro”, dispara um dos queixosos. “O prejuízo ambiental é grande e afeta diretamente a população que tem na Gruta um símbolo da cidade, independente de sua crença, pois aquele é um dos principais cartões postais de Alpinópolis. Alguma providência tem que ser tomada e precisa ser logo”, disse um ambientalista. A PREFEITURA A Prefeitura de Alpinópolis foi procurada para manifestar-se sobre o caso, mas até o fechamento desta matéria não havia retornado o contato.

Claudio Krauss

15 de Julho de 2015

Acidente com caminhão da Prefeitura de Alpinópolis causa dúvidas em cidadãos
Boca no Trombone

Acidente com caminhão da Prefeitura de Alpinópolis causa dúvidas em cidadãos

Um acidente ocorrido com um dos novos caminhões da frota da Prefeitura Municipal vem despertando a curiosidade do alpinopolense. O veículo, que chegou a Alpinópolis por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, foi tombado em uma estrada vicinal do município (nas cercanias do bairro rural do Barreiro) e o assunto vem rendendo muitas especulações entre a população, principalmente depois que o fato foi levantado por uma vereadora durante sessão da Câmara Municipal. Um cidadão enviou foto do tombamento do caminhão e contestou os motivos do acidente, o porquê da pouca publicidade do fato e manifestou dúvidas quanto aos dispêndios causados pelo sinistro. “Logo depois que o assunto foi comentado na reunião dos vereadores e, depois, falado na rádio, essa foto começou a circular na internet e as especulações começaram. Já se ouve de tudo por aí, inclusive que o acidente foi causado por imprudência. Outro boato é que a prefeitura, na ânsia de abafar o caso, tentou tirar o caminhão com uma máquina durante a noite e acabou entortando o eixo traseiro. Uns dizem que o conserto foi pago pela seguradora, outros falam que o seguro estava atrasado e por isso a prefeitura teve que arcar com tudo. Comentários são muitos, mas esclarecimentos são poucos. Acho que a administração deveria se manifestar, pois o povo tem o direito de saber”, disse o cidadão. A PREFEITURA A Prefeitura de Alpinópolis foi procurada para esclarecer os fatos, mas até o fechamento desta matéria não havia enviado resposta.

Claudio Krauss

07 de Junho de 2015

Atendimento precário no serviço de ultrassom
Boca no Trombone

Atendimento precário no serviço de ultrassom

Usuários reclamam das acomodações precárias e do equipamento ultrapassado para exames Um usuário do sistema de saúde municipal enviou reclamação referente à inadequação das dependências utilizadas para a realização de exames de ultrassonografia disponibilizadas pela Prefeitura de Alpinópolis. Segundo o reclamante o local é impróprio para receber os pacientes, pois não conta com as condições mínimas como existência de banheiros e de assentos apropriados para a espera. Há também outros problemas mais sérios como a dificuldade de acesso para cadeirantes e acamados e a presença de mofo no local onde são feitos os procedimentos. Outra crítica foi em relação ao aparelho atualmente utilizado para a realização do exame de ultrassom, que seria muito antigo e ultrapassado. “Por duas vezes que estive no local para fazer o exame de ultrassom e fiquei impressionado com a falta de estrutura adequada para atendimento de pacientes. Primeira coisa que notei foi a falta de um banheiro para os usuários e, logo que entrei para o procedimento, dei de cara com um aparelho antigo e ultrapassado e mofo existente dentro da sala onde é feito o exame. Outro dia vi a dificuldade para que uma senhora de cadeira de rodas tivesse acesso à sala. O atendimento é bem precário”, disparou o usuário. O CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE O Conselho de Saúde realizou recentemente uma visita a este local e verificou a existência dessa natureza de problemas. O assunto foi levado para deliberação em reunião realizada no último dia 21 de agosto e a comissão solicitou à administração que mude o local de atendimento urgentemente. A PREFEITURA O Tribuna Alpina entrou em contato com a Prefeitura de Alpinópolis para manifestação sobre o assunto, mas até o encerramento desta edição não havia recebido nenhuma resposta

Claudio Krauss

04 de Setembro de 2014

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